Pacificar tensões, se observar e acolher e ter experiências são palavras-chave desse processo.
O foco principal do trabalho é desenvolver um olhar para si e para o que acontece em sua vida de uma outra perspectiva.
Para isso, investigamos a mente a partir das nossas experiências: reconhecemos como ela funciona, como participa da produção do sofrimento e como podemos reagir de forma menos automática aos acontecimentos.
Textos como o Yoga Sutra de Patañjali e a Bhagavad Gita dão suporte às reflexões. Práticas de posturas corporais, respiração e meditação também fazem parte do processo.
Como é o trabalho na prática?
Nos nossos encontros, escuto as questões que te movem neste momento. A partir delas, apresento pontos para a sua reflexão e aprofundamento, tendo como referência textos tradicionais do Yoga.
O Yoga oferece meios para desenvolver uma nova relação com a sua mente. Há diferentes ferramentas que podem nos auxiliar a nos pacificar no cotidiano e diminuir o impacto dos conflitos sobre nossa vida.
Eu apresento essas ferramentas e te acompanho em sua experiência, observando o que faz sentido para você e fazendo os ajustes necessários.
Práticas de yoga, respiração e meditação podem ser sugeridas como parte do processo e praticadas durante a semana, em casa.
É uma aula, uma mentoria, um acompanhamento individual, um grupo, um workshop?
Trabalho com acompanhamento individual e também com vivências em grupos, em escolas, empresas e espaços de Yoga.
Os encontros não têm o formato de uma aula tradicional de Yoga. São espaços de conversa, escuta e troca, nos quais partimos das questões que estão presentes na vida de cada pessoa.
Movimento corporal, práticas respiratórias, dinâmicas em dupla ou trio, partilha da experiência individual e momentos de introspecção podem fazer parte do trabalho, de acordo com a proposta de cada encontro.
Para quem é esse trabalho?
Para pessoas que se interessam pelo Yoga e pelas escolas de pensamento orientais e que têm disposição para investigar a si mesmas.
Para quem deseja olhar com mais atenção para o próprio sofrimento e para os conflitos que atravessam sua vida.
Para aquelas que chegaram a um ponto de basta:
“Assim não dá para continuar. Eu preciso transformar algo na minha vida.”
Não é necessária experiência prévia com Yoga ou com os textos tradicionais. Pessoas de todas as idades e gêneros são bem-vindas.
Com que tipo de questão eu poderia chegar até você?
Medo, ansiedade, dúvidas, questões relacionadas à própria imagem, ideias fixas e hábitos que nos impedem de seguir adiante, conflitos nas relações, mudanças e transições de vida, além dos desafios de lidar com o envelhecimento. Esses são apenas alguns exemplos. Cada pessoa chega com sua própria história e suas próprias questões.
Qual é a diferença entre isso e uma terapia?
“Terapia” vem do grego therapeía, relacionado a cuidado, tratamento e assistência. Em seu sentido mais amplo, refere-se a um processo de cuidado voltado para uma condição que causa sofrimento, dificuldade ou desequilíbrio.
O Yoga se ocupa do sofrimento humano e investiga como participamos, muitas vezes sem perceber, da sua produção e manutenção.
A proposta aqui não é oferecer um tratamento ou respostas prontas, mas apresentar uma perspectiva e ferramentas que possam ajudar você a compreender de outra maneira aquilo que vive e experimentar novas possibilidades na relação consigo mesmo e com a vida.
O que eu posso esperar desse processo?
Transformação.
Não como uma promessa de eliminar todos os conflitos ou dificuldades, mas como a possibilidade de desenvolver novos modos de lidar com aquilo que a vida apresenta como desafio.
Para quem se dedica ao percurso com curiosidade, abertura e disposição para se investigar, o Yoga pode oferecer ferramentas para reconhecer padrões, questionar certezas e ampliar as possibilidades de escolha.
A transformação acontece no percurso: naquilo que você começa a perceber, experimentar e levar para a vida cotidiana.
Se você tiver outras perguntas sobre o processo, entre em contato comigo. Vou adorar te escutar.
